Por que celebramos o Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial
Por que celebramos o Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial

Por que celebramos o Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial?

O Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial é celebrado em 3 de julho. Trata-se de um convite para lutarmos contra o preconceito racial dentro e fora das empresas, em toda a sociedade, assegurando que todas as pessoas sejam respeitadas e tenham seus direitos garantidos.

Mesmo com o avanço tecnológico, o grande fluxo de informações e as leis contra atos discriminatórios, vivemos um retrocesso racial, em que atitudes criminosas surgem de meios virtuais e presenciais, sem que os valores humanos sejam praticados.

O Brasil sofre com frequentes questões de desigualdade racial, principalmente, com a pandemia de Covid-19, que dificultou ainda mais o acesso aos direitos básicos.

Continue a leitura e entenda sobre esse assunto tão importante!

A expressão “microagressões de gênero” vem se tornando parte do dia a dia e do vocabulário de muitas pessoas, afinal quem quer ouvir comentários ofensivos ou ser vítima de atitudes discriminatórias por conta de seu gênero?

Atos de microagressões provocam insatisfação, insegurança, menor produtividade e estresse, além de afetar a saúde emocional e mental.

Mas como combater casos desse tipo nas empresas? É sobre isso que falaremos neste artigo. Continue acompanhando até o final e saiba mais sobre o assunto. Boa leitura!

O que é o Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial?

O Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial é celebrado em 3 de julho e faz referência à aprovação da Lei nº 1.390, pelo Congresso Nacional, em 1951, sendo a primeira lei contra o racismo no Brasil.

A data é um estímulo para criar reflexões a fim de que todos tenham seus direitos garantidos e, ainda, possam se mobilizar para lutar contra o preconceito racial. Ou seja, é um dia para celebrar o respeito à diversidade, fator necessário para que sejam construídas sociedades melhores e com uma democracia cada vez mais evoluída.


Conheça a Lei nº 1.390/1951 – Lei Afonso Arinos

No dia 3 de julho de 1951, foi aprovada pelo Congresso Brasileiro a Lei nº 1.390, que tornou contravenção penal todo e qualquer ato de discriminação racial. Ela ficou conhecida como Lei Afonso Arinos, nome do seu autor, deputado federal pela UDN.

A Lei surgiu após um caso de discriminação a uma bailarina impedida de se hospedar em um hotel de São Paulo por ser uma mulher negra. Com muita repercussão, a legislação trouxe à tona a discussão sobre o racismo.

Naquele tempo, porém, a instauração da lei teve pouco efeito pela falta de condenação. Décadas se passaram após sua criação e, mesmo assim, o cumprimento das normas ainda não é eficaz, fazendo com que a população negra continue desassistida no combate aos crimes raciais.

O Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial é um grito de socorro para que os crimes tenham as suas devidas punições.

Entenda qual o papel das empresas nos movimentos antirracistas e de inclusão racial

A inclusão racial nas empresas é uma forma de combater o racismo, promover a inserção, o reconhecimento e a valorização dos profissionais que sofrem com a falta de oportunidades ocasionadas pelo racismo estrutural.

É fundamental que as empresas estejam dispostas a agir a favor dessas pessoas colaboradoras, lutando e se posicionando nos movimentos antirracistas, assim, agindo na criação de programas exclusivos para contratação de pessoas negras em cargos estratégicos e de liderança, no investimento em treinamentos focados em letramento racial e no desenvolvimento de ações para engajamento do tema racial, por exemplo.

São muitas as maneiras pelas quais uma empresa pode ajudar nesta jornada por igualdade, e benefícios podem ser notados com a promoção da diversidade racial, como:

  • Equipes múltiplas e diversas;
  • Crescimento da produtividade;
  • Aumento da lucratividade;
  • Valorização do profissional.

Além disso, a empresa pode apostar em algumas ações, a fim de conquistar retornos positivos:

  • Oferecer maior espaço para capacitação interna de pessoas negras;

  • Destinar verbas para capacitações e treinamentos de equipe;

  • Revisar posicionamento e políticas internas.

O melhor caminho é a conscientização sobre o tema, que deve ser discutido e estudado, levantando questões particulares e enraizadas na sociedade. As lideranças devem reforçar aos seus times a importância do combate ao racismo.

O racismo precisa ser combatido em todos os cantos!

Foto de Equipe ImpulsoBeta

Equipe ImpulsoBeta

reunimos especialistas com diferentes trajetórias e repertórios para atuar de forma colaborativa, estratégica e próxima aos desafios de cada organização.

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